9 cuidados que devemos tomar com as crianças na piscina

As férias escolares são uma ótima oportunidade de passar o tempo com as crianças. A época mais quente do ano é tempo de altas temperaturas que garantem praia, piscina, brincadeira e muita diversão. Porém, não há como descuidar da segurança das crianças, já que durante esse período as regras com as crianças são mais flexíveis.

De acordo com a Sociedade Brasileira de Salvamento Aquático (Sobrasa), o afogamento é a segunda causa de morte em crianças de 1 a 9 anos – em primeiro lugar são os acidentes de trânsito. Além de regras rígidas, os pais podem adotar medidas para evitar os riscos que as crianças correm nessa época do ano. Para garantir a segurança das crianças, preparei 10 dicas que ajudam a evitar acidentes, confira.

1 – É necessário a supervisão de um adulto quando as brincadeiras acontecem próximo à borda da piscina. O piso é escorregadio e pode ocasionar em quedas provocando ferimentos ou luxações e dentro da água, causando afogamento. Dê preferência para pisos antiderrapantes e ensine as crianças a usar a escada para entrar e sair da piscina.

2 – Outro fator importante é a manutenção da piscina. Áreas danificadas como azulejos quebrados ou lascados podem provocar cortes. Providencie a manutenção e evite colocar as crianças e adultos em riscos.

3 – Além do cuidado com o piso, é ideal manter a área cercada e com portão, que não seja de fácil acesso para as crianças – a melhor forma de evitar um acidente, é não permitir que a criança tenha fácil acesso a essa área. Quando não for usada, o ideal é manter a piscina coberta e sem brinquedos por perto – isso ajuda a não atrair a atenção das crianças.

4 – Além de supervisionar a brincadeira fora da piscina, não é recomendado permitir que as crianças nadem sozinhas. Até mesmo em piscinas rasas, os acidentes podem acontecer. Cãibras e contusões também são comuns durante o mergulho. Uma criança pode se afogar até mesmo com centímetros de água. Fique atento!

5 – Ensine as crianças a nadarem, é fundamental e ajuda a evitar riscos. Mas não é só isso, preste bastante atenção. Alguns acidentes acontecem até mesmo com crianças que sabiam nadar, mas que podem ter entrado em pânico – em casos de piscinas muito fundas, por exemplo -, ou até mesmo com aquelas que perderam o fôlego.

6 – Para mais segurança, evite usar boias redondas – já que a criança pode escorregar. Os coletes salva-vidas tem o tamanho ideal e são mais seguros para os pequenos. Essa atitude não dispensa a supervisão de um adulto.

7 – O ideal é que quando dentro da água, as crianças precisam alcançar o chão – com a planta inteira, não só com a ponta do pé. A altura da água deve ser abaixo da linha do peito. Fique atento aos ralos e áreas de sucção da piscina – elas podem sugar cabelos, braços e pernas, levando as crianças ao afogamento.

8 – Os aparelhos sonoros não devem ser instalados na área molhada da piscina. Evite o risco de choque.

9 – Quando o tempo muda, as nuvens estão chegando e o vento forte começa, é hora de colocar a criançada pra fora da piscina e buscar outra atividade. Raios também são comuns nessa época do ano.

About the author: Dr. Rodrigo Felgueira

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